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Representante regional da UPPES participa de reunião com secretário estadual de Educação

    A diretora regional da UPPES Célia Marins Peixoto, responsável pela subsede de Campos dos Goytacazes, participou de reunião com o secretário estadual de Educação, Pedro Fernandes, na manhã de hoje (4/2), na Diretoria Regional da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), em Campos dos Goytacazes. Na ocasião, a sindicalista apresentou demandas do sindicato e agradeceu o convite para participar do encontro, que também contou com a participação de Grêmios Estudantis de escolas da região.

     Na reunião, foram apresentadas questões relativas à carência de docentes na rede e à aplicação da gratificação por lotação prioritária (GLP), além de planejamento para construção de novas unidades escolares na região e reforma das existentes.  A secretária da subsede de Campos dos Goytacazes, Isabela Henriques, também participou da reunião.

Posicionamento da UPPES sobre o reajuste do Plano de Saúde Unimed-Nova Friburgo

    A UPPE-Sindicato encaminhou ofício aos diretores responsáveis, da Unimed-Nova Friburgo e do Grupo Case Administradora de Benefícios. No documento, a presidente do sindicato, Teresinha Machado da Silva, reitera seu posicionamento contrário ao percentual aplicado e à cobrança retroativa a dezembro de 2018.

Em dezembro de 2018, a entidade publicou nota no site, onde criticou o percentual de reajuste . Clique aqui e leia

Leia os ofícios na íntegra:

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Artigo – Serviço Público valorizado

        O ano de 2018 terminou e, infelizmente, foi mais um ano em que a educação não prosperou, o que ratifica o descaso do governo com a educação pública do Estado do Rio de Janeiro.

          Recentemente, em entrevista publicada no jornal O Globo, o atual ministro do planejamento, Esteves Colnago, afirmou que pretende implementar mudanças no regime de estágio probatório de servidores públicos. A proposta é criar um sistema que aumente as possibilidades de não efetivação dos aprovados em concurso público que passarem pelo estágio probatório. As regras para que esses profissionais se tornassem servidores públicos ficariam mais rígidas a partir do novo sistema. Por outro lado, seria criado um incentivo para aqueles que se destacarem na atuação em seus órgãos, ao longo do estágio probatório.

       A nosso ver, a efetivação do servidor aprovado em concurso e empossado no cargo a que concorreu já está submetida a uma avaliação de desempenho. Desta forma, não haveria necessidade de o profissional atender a requisitos adicionais, tendo em vista que isto já é previsto no artigo 41 da Constituição Federal. Implantar outra avaliação de desempenho para premiar servidores pode gerar um problema ainda maior, uma vez que é difícil haver uma avaliação justa, nesse caso.

         Além disso, as mudanças nas regras de admissão no estágio probatório podem gerar, até mesmo, um aumento da ingerência política em órgãos públicos, pois gestores mal intencionados podem buscar brechas no novo sistema para reduzir a admissão de concursados efetivos e, dessa forma, aumentar  o total de vagas disponíveis para cargos em comissão ou para contratação temporária.

      O servidor público, infelizmente, é mal visto por muitos. Quando alguém precisa ir ao posto de saúde e não encontra medicamentos, a culpa cai nos ombros de quem está na linha de frente, O mesmo acontece nas escolas, onde a população não encontra o número de vagas suficiente para atender às necessidades de todos, quando não há uma infraestrutura adequada para os alunos e profissionais da educação, quando faltam professores em determinadas disciplinas, dentre outras várias carências. Muitos não se recordam de que existe uma máquina pública que não funciona direito e a corrupção que desvia verbas.

     Segundo o ministro, dentre as medidas propostas, está a redução do salário inicial do servidor. Novos concursados entrariam com salários mais baixos, variando de R$ 5 mil a R$ 7 mil. Os valores apontados, mesmo na esfera inicial, ainda estão bem acima dos valores pagos ao magistério público estadual, que tem como piso inicial R$1.179,32,    o que demonstra o total desrespeito e desprestígio da classe política pelo magistério.  A realidade salarial do professor brasileiro não só envergonha o país, como o coloca nos mais baixos índices de avaliações internacionais de desempenho, assim como, dentre os países com os piores salários para um educador.

        Nenhum país pode se desenvolver sem uma educação de qualidade. A valorização do magistério é fundamental o que não vem ocorrendo tendo como exemplo as péssimas condições de trabalho e os irrisórios salários que são impostos à categoria, além das perdas que vêm sofrendo quando o governo, há cinco anos, não promove reajustes, pelo menos, para amenizar as perdas inflacionárias.

        É preciso haver maior respeito pela contribuição que os servidores públicos trazem para o país. O ministro deu uma típica opinião de quem fica no gabinete e não conhece a realidade nos órgãos públicos. O servidor já passa por concurso, ou seja, já chega ao serviço público após passar por uma avaliação.

     Esperamos que o governo empenhe-se para melhorar as condições salariais e de trabalho de boa parte dos servidores a fim de que possamos nos equiparar a países que apresentam um ótimo índice de desenvolvimento humano, onde o serviço público é muito valorizado.

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Artigo publicado na coluna Sem Censura do jornal Folha Dirigida, em 28 de janeiro de 2019.

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A importância da valorização do Magistério

       O Brasil, nosso querido país, hoje, ocupa o último lugar nas avaliações de desempenho da educação. Se continuarmos assim, não  teremos desenvolvimento e continuaremos a ter uma vida miserável, mesmo tendo bons salários e podendo pagar  escolas particulares e caras para nossos filhos. Ainda não ouvi do novo governo nada que possa melhorar essa situação. Precisamos iniciar uma campanha, através das mídias ao nosso alcance, pela educação e valorização do magistério. O professor  não precisa da tutela do Estado como pretende o novo secretário de Educação. O que ele pensa de nós ? Com bons salários, todos os mestres, por livre vontade, procuram estar atualizados de acordo com suas necessidades. Se vocês concordam, por favor, repassem. Com certeza, chegará aos governantes. Eles precisam de nós para permanecerem  nos cargos que ocupam. Temos que estar unidos nessa luta.
Teresinha Oliveira Machado da Silva – Presidente.
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Governo prorroga prazo de recenseamento obrigatório para os nascidos em novembro e dezembro

Servidores ativos, inativos e pensionistas devem comparecer a qualquer agência do Bradesco com os documentos solicitados

     O Governo do Estado do Rio de Janeiro vai prorrogar o prazo do recenseamento obrigatório para os servidores ativos, aposentados e pensionistas nascidos nos meses de novembro e dezembro. Eles terão até o dia 7 de março de 2019 para realizar o procedimento em qualquer agência do Bradesco do país. Esta é a última chance para que 18 mil servidores, que ainda não se cadastraram, façam a atualização cadastral e não tenham seus salários suspensos. O procedimento começou a ser feito em novembro de 2018.

   O recenseamento deve ser feito por todos os 455.570 servidores ativos, inativos e pensionistas, incluindo cargos comissionados, contratos temporários, funcionários de empresas, de autarquias e órgãos da Administração Indireta, e poderá ser realizado em qualquer agência Bradesco do país. O procedimento é uma medida do Plano de Recuperação Fiscal do Estado do Rio e tem como objetivo promover a melhoria da base de dados da folha de pagamento do funcionalismo.

      O recenseamento deve ser feito nas agências Bradesco de todo país.

A lista dos servidores que ainda não fizeram o recenseamento pode ser vista Clicando aqui

Fonte: Rioprevidência