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Cultura e Arte: Encontro Estadual UPPES de Cultura reúne alunos e professores em diversas atividades

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Décima sétima edição do evento contou com grande público que se encantou com as apresentações

     Com o objetivo de promover a arte, a música e literatura, a União dos Professores Públicos no Estado – Sindicato (UPPES) realizou, no dia 10 de outubro, na sede da entidade, o 17º Encontro Estadual UPPES de Cultura, evento que conta com a participação de professores e alunos de escolas públicas do estado.

    DSC_0352A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva(foto), reforçou, durante a abertura do evento, todo apoio e incentivo da UPPES às atividades culturais e esportivas. “Somos um sindicato que luta pelo bem-estar e boas condições para o professor. Contudo, sempre reiteramos a importância dos alunos, pois é necessário que eles estejam bem, que as escolas ofereçam atividades culturais, esportes, dentre outros”, afirmou.

    A educadora ressaltou a importância do evento, que já faz parte da história da entidade. “A UPPES, como sindicato de professores, sempre entendeu que deveria dar oportunidade aos filiados de terem acesso a outras atividades e benefícios, como: coral; aulas de inglês; Casa do Professor, local de hospedagem, lazer e cultura; departamento de psicologia; departamento odontológico; plano de saúde com preços especiais; acompanhamento de processos administrativos e jurídicos, e outras atividades. Seguindo a tradição, desde a fundação desta casa, nós acreditamos que é necessário dar o exemplo e mostrar que temos escolas que fazem trabalhos maravilhosos em prol da cultura e da arte”, frisou.

           DSC_0359 A coordenadora do evento, diretora de Biblioteca e Criatividade da UPPES, Neuza Caldas Maia(foto), destacou a presença dos alunos e professores e agradeceu a todos pela presença. “Gostaria de agradecer a todos que aqui estão, além de toda a diretoria da UPPES, a presidente, Teresinha Machado, pelo apoio e confiança e a todos os funcionários”.

         O encontro deste ano, contou com a participação do Coral da UPPES, sob regência do maestro Eduardo Lessa, que abriu o evento com clássicos nacionais e internacionais: “É preciso saber viver” – Roberto Carlos, “Das Kinget” – Mozart,” Só danço samba” – Tom Jobim e Vinicius de Morais e “Edelweiss” – Do filme A Noviça Rebelde.

             Pela primeira vez participando do Encontro Estadual UPPES de Cultura, a pianista Letícia Figueiredo Machado da Silva, de apenas nove anos, apresentou clássicos infantis como: “O Carneirinho de Marry”, “De Maré”, “Ciranda Cirandinha”, “Minha Valsinha” e “O Índio Alegre”.

        A tarde cultural também contou com a presença pop da cantora Nathália Freitas, que levou ao público canções do momento, além de suas composições: “Pesadão” – Iza, “Éramos Crianças” e “Quero ver você dançar”, além do clássico aclamado pelo público “Miragem”, de autoria da cantora.

           O Colégio Estadual Machado de Assis, de Niterói, levantou o público com a poesia acústica composta pelos alunos e com a canção “O Sol”, sucesso do cantor Vitor Kley.

       O encontro também foi marcado pela emoção, através das canções apresentadas pelo coral Canta Minas, do Colégio Estadual Minas Gerais, de Duque de Caxias. A música ”Quero conhecer Jesus” – Cia Salt emocionou o público presente no Teatro Anaíta Custódio Cardoso.

         Sempre presente nos eventos, o Centro Juvenil Oratório Mamãe Margarida apresentou um número composto por danças, ginástica e recitais de poesias de autoria dos alunos.

      História e cultura marcaram presença na apresentação do Colégio Estadual Comendador Valentin dos Santos Dinis – NATA. O Grupo contou a história da origem do samba, através das vidas de cantores consagrados como: Martinho da Vila e Beth Carvalho. A escola também brindou o público com um passeio pela cultura e dança alemã, a paródia Festanata e um Sarau histórico que narrou: Uma jornada até a falsa abolição.

      Fechando com chave de ouro a edição de 2018 do Encontro Estadual UPPES de Cultura, o Grupo Vocal Animar, sob regência da maestrina Marlene Moreira, apresentou ao público um pouco da história e da beleza de Nova Friburgo. O hino da cidade, conhecida pelas belas flores, abrilhantou o início da apresentação, que seguiu com o clássico “Foi Deus que fez você” – Luiz Ramalho, “O ouro e a Madeira” – Eduardo Gentil e fechou sua participação com “Cidade das Flores” – Arlindo Moreira. Durante a apresentação do Grupo Vocal Animar, foram exibidas no telão, fotografias de pontos turísticos e belas paisagens de Nova Friburgo.

      Os professores e diretores responsáveis pelas atividades desenvolvidas com os alunos receberam certificados de participação dos diretores da UPPES: Abigail Rosa Amim, Annita Ferro da Cunha Lima,  Lucinda Bezerra de Menezes, Sônia Maria Sardella de Souza, Vanença de Souza Moraes, Eliane da Costa Seabra e Raymundo Nery Stelling Junior.

Arte

       Mais uma vez, as obras de arte do artista plástico Marcelo Toffoli decoraram as paredes do Teatro Anaíta Custódio Cardoso, na sede da UPPES. Na ocasião, o artista relembrou o começo de sua trajetória e destacou a importância da promoção da arte e recebeu uma homenagem da entidade. Filho de professores, Marcelo Toffoli agradeceu o apoio da UPPE-Sindicato. “Gostaria de agradecer à UPPES pelo convite, sou filho de professora. Minha mãe deu aula por 30 anos em escolas estaduais. Então, me sinto honrado em poder estar aqui”, assinalou.

Fotos

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Publicada no Diário Oficial mais uma listagem de Enquadramentos por Formação

    Foi publicado no Diário Oficial (páginas 12,13 e 14), desta quarta feira (10/10), mais uma listagem de  Enquadramentos por Formação do Magistério Público Estadual.

    O cumprimento da Lei 1.614/90, que determina o Enquadramento por Formação, é um pleito de reivindicação constante da UPPE-Sindicato. Os processos de enquadramento encontravam-se parados, desde de 2012.

  Ressaltamos a importância do cumprimento da lei, tendo em vista que a ninguém é permitido seu descumprimento. Continuaremos acompanhando todo o processo.

   A UPPE-Sindicato orienta os professores para que entrem em contato com o sindicato em caso de dúvida. Ligue para: (21) 2717-6025 ou através do “Fale Conosco” clicando aqui.

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Serviço público é imprescindível

Teresinha Oliveira Machado da Silva – Presidente

     A grande mídia tem demonstrado que o serviço público é ineficiente e que como só as empresas privadas fossem necessárias ao país.

    Nenhum país pode prescindir do serviço público como a educação, a saúde e a segurança, principalmente. O que acontece no Brasil é que nossos governantes e políticos, de um modo geral, não têm dado a devida importância a essas áreas.

    Os impostos pagos pela população são desviados para manter os políticos no poder, sucateando os serviços públicos gerando, assim, uma certa indignação da população mediante os servidores, que por falta de condições não podem atendê-la da forma que merece. O brasileiro trabalha mais de 150 dias por ano para pagar essas obrigações. O percentual cobrado é abusivo, principalmente por um setor que está envolvido em vários casos de corrupção e ainda não revertido em melhoria dos serviços.

    Quando defendemos o serviço público, estamos defendendo a população que faz uso dos serviços essenciais. Quando o serviço público é atacado, quem perde é o povo, principalmente o mais pobre, que depende do Estado em áreas vitais, como educação, saúde e segurança.  O centro dessa questão está na relação entre o Estado e a sociedade, no Brasil. A sociedade brasileira é inteiramente englobada pelo Estado, que se posiciona como o dono, o centro, quem dispõe dos recursos e os administra da maneira que bem entende. Não há uma ideia de reciprocidade, de responsabilidade em devolver aquilo que é da sociedade.

     A terceirização irrestrita aprovada em 2017, por exemplo, precariza os serviços oferecidos à população. Entendemos que os servidores  devem ser selecionados através de concurso público.

    Outro fator que contribui para a precarização dos serviços públicos, além da corrupção endêmica em nosso meio,  é o congelamento do teto de gastos, que congela investimentos na educação e na saúde, áreas nas quais há muitos servidores em atividade, por considerar que, mais uma vez, os mais pobres seriam afetados.

    O servidor público, infelizmente, é mal visto por muitos. Quando alguém precisa ir ao posto de saúde e não encontra medicamentos, a culpa cai nos ombros de quem está na linha de frente. O mesmo acontece nas escolas, onde a população não encontra o número de vagas suficiente para atender às necessidades de todos, quando não há uma infraestrutura adequada para os alunos e profissionais da educação, quando faltam professores em determinadas disciplinas, dentre outras várias carências. Muitos não se recordam de que existe uma máquina pública que não funciona direito e a corrupção que desvia verbas.

    É preciso que haja um olhar cuidadoso com a qualidade do serviço público, no Brasil, a fim de que este atenda às necessidades da população mais carente. Em países com ótimo índice de desenvolvimento humano o serviço público é valorizado. Por que não seguir o exemplo desses países?

Publicado no Jornal Folha Dirigida- 9 a 15 de setembro de 2018 – Coluna Sem Censura – página 11

FUND JORNAL

UPPES NA MÍDIA – SOLENIDADE DE 73 ANOS

Folha 73

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